segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A palavra é como uma obra de arte:
A obra de arte tem uma intenção durante a criação;mas finalizada remete à outra intenção;quando em exposição:o público livre interpreta conforme seu repertório cultural,o público monitorado direciona o olhar,mas a percepção primeira é singular pra cada pessoa;o artista qdo em contato com a reação do públicore-descobre em si outras intenções inconscientese assim o ciclo recomeçae se refaz infinitamente...Tanto a obra, qto a palavra são dinâmicas e em constante transformação!!!!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia disso... Dia daquilo...
Dia disso... Dia daq uilo...
E alguem inventou que hoje seria Dia dos Mortos! (Alguem* entenda-se a Igreja CAP que é a pioneira em marketingue religioso e doutrina de emoções e pensamentos!!!)
Estranho como as pessoas precisam de um dia especial no calendário pra fazerem aquilo que poderiam fazer em qlqr outro dia do ano! Lembrar de um ente querido que se foi, chorar por ele, levar flores ao túmulo (coisa que muito me intriga, se bem que esse ato deixa os Cemitérios mais coloridos e com mais "vida"!!), olhar fotos, reler cartas, sofrer de novo, com dia e hora marcada!
Acho o luto fundamental porque é o tempo de se trabalhar aquela perda e cada pessoa tem seu ritmo. Tem quem leve um dia, tem quem leve toda uma vida!!! E tem quem diga que é apenas nos dias 2 de novembro!! Salvo casos em que a morte ocorreu justamente neste dia, considerando a violência nos feriados e imprudência nas estradas! É o cúmulo do sofrimento!!! E às famílias, principalmente destes, finados em dia de finados, meus sinceros sentimentos!!! Mas, por outro lado existem pessoas que comemoram seu nascimento na data de hoje! E que em vez de constrangidas, deveriam sentir-se especiais, por poderem celebrar a vida no dia em que se enfatiza a falta da mesma!! Ok, entendo que seja uma situação delicada, mas lembrem-se, a própria Igreja, aquela que teve a "brilhante" idéia de inventar esse dia, disse que esse é um momento de celebração, então... vamos celebrar!!! \°/
Salve os que neste dia nasceram, salve os que nesse dia... partiram! Salve os que acreditam na vida eterna! Salve os que acreditam que a vida é apenas o aqui e agora!!! Mas que a memória seja pra sempre preservada nos corações de quem vive!!! UM BRINDE À VIDA! °/
E alguem inventou que hoje seria Dia dos Mortos! (Alguem* entenda-se a Igreja CAP que é a pioneira em marketingue religioso e doutrina de emoções e pensamentos!!!)
Estranho como as pessoas precisam de um dia especial no calendário pra fazerem aquilo que poderiam fazer em qlqr outro dia do ano! Lembrar de um ente querido que se foi, chorar por ele, levar flores ao túmulo (coisa que muito me intriga, se bem que esse ato deixa os Cemitérios mais coloridos e com mais "vida"!!), olhar fotos, reler cartas, sofrer de novo, com dia e hora marcada!
Acho o luto fundamental porque é o tempo de se trabalhar aquela perda e cada pessoa tem seu ritmo. Tem quem leve um dia, tem quem leve toda uma vida!!! E tem quem diga que é apenas nos dias 2 de novembro!! Salvo casos em que a morte ocorreu justamente neste dia, considerando a violência nos feriados e imprudência nas estradas! É o cúmulo do sofrimento!!! E às famílias, principalmente destes, finados em dia de finados, meus sinceros sentimentos!!! Mas, por outro lado existem pessoas que comemoram seu nascimento na data de hoje! E que em vez de constrangidas, deveriam sentir-se especiais, por poderem celebrar a vida no dia em que se enfatiza a falta da mesma!! Ok, entendo que seja uma situação delicada, mas lembrem-se, a própria Igreja, aquela que teve a "brilhante" idéia de inventar esse dia, disse que esse é um momento de celebração, então... vamos celebrar!!! \°/
Salve os que neste dia nasceram, salve os que nesse dia... partiram! Salve os que acreditam na vida eterna! Salve os que acreditam que a vida é apenas o aqui e agora!!! Mas que a memória seja pra sempre preservada nos corações de quem vive!!! UM BRINDE À VIDA! °/
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Sentimentos
Sentimentos > tbm morrem... e depois renascem diferentes. Cada morte de um sentimento é um pedacinho da gente q se vai, mas q depois se regenera e como resultado fica uma cicatriz. Às vezes esta cicatriz é tão delicada q por um descuido pode se romper, mas depois vira uma couraça impenetrável. A mutação por vezes pode gelar o coração e daí... é fatal!Como trapacear o coração: transfira temporariamente o sentimento para outro objeto! Ou seja, se o objeto alvo de sentimento for uma pessoa, por ex., ignore por um tempo aquele objeto e concentre-se em outra pessoa ou até em outra coisa (trabalho, esporte, lazer, curso, um bichinho de estimação, um passatempo,...). Mas de que sentimentos falamos? Pode ser qlqr um: amizade, ternura, carinho, confiança, cumplicidade,... Daí vcs me perguntam: amor e paixão tbm? eu diria q em casos extremos sim, embora seja quase impossível controlar o coração nesses casos. Não temos como blefar com sentimentos muito intensos! Até conseguimos em um primeiro momento, mas depois, tem recaída!Enfim, ali na minha esquina jazem dois sentimentos: ambos de amizade. Um morreu precocemente pela falta de crença na afinidade mútua e outro pelo excesso de liberdade!
domingo, 4 de janeiro de 2009
A minha religião é viver
Admiro todos os grandes homens que doaram-se para o bem da humanidade, como Jesus, Gandhi, Maomé, Buda, mas também imagino que sendo de carne e osso, provavelmente tiveram suas fraquezas. Portanto, admiro-os e admiro quem neles crê, mas apenas admiro! E em Deus? Respeito quem necessita da idéia Dele para viver! Heresia? Talvez, no ponto de vista do outro. Mas não sou uma descrente total, creio na vida, na bondade dos homens, no amor, no bem-querer, na espiritualidade.
Para mim não é fácil dizer que não acredito no Deus idealizado por seguidores das várias das religiões ocidentais.
Fui criada em um ambiente de muita religiosidade (minha vó era protestante, fanática da Assembléia de Deus) e a bíblia, o véu, a postura severa com relação às coisas ditas “mundanas” fazem parte de minhas lembranças. Minha mãe de crente, depois de uma parada cardíaca, passou a espiritualista (não confunda com espírita) e resolveu explorar cientificamente o outro lado. Ela é muito sensitiva e já aprendi muita coisa com ela (pirâmides, ufologia, viagem astral, etc). Eu já freqüentei muito igreja protestante (batista, metodista, presbiteriana) foram os lugares nos quais mais fiz amigos, acabei por noivar neste ambiente, mas sempre me senti estrangeira. Aliás, esta é uma sensação que me acompanha onde quer que eu vá. Meu marido é originalmente católico, eu originalmente evangélica, ambos não praticantes. Ele por relapso, eu por convicção. Meu filho fez catequese e fez 1ª comunhão (a pedido do pai), estuda em escola adventista e já aprendeu que todas as religiões são boas e que para algumas das “verdades” bíblicas existe explicação científica e para outras não.
Acredito na liberdade de escolha e na existência dicotômica do bem e do mal dentro de cada um. Acho que o maior problema do homem é usar este mal natural para atingir o outro, e em benefício próprio. Mas não acredito mais em diabo, nem em pecado, isto tudo, sabe-se que grande parte dos dogmas cristãos são nada mais que estratégias pra controlar, amedrontar e doutrinar seus cordeirinhos. Apesar dos meus demônios pessoais controlados (acho), sou uma pessoa que gosta muito de se doar, estar com as pessoas humildes, participar de projetos de extensão e voluntariado. Eu me sinto melhor neste papel, do que entre os professores-doutores e seus saltos altos.
Enfim, não acho nada de mais dizer: vai com Deus, fica com Deus, Deus lhe proteja, pois, estas palavras confortam e dão a sensação de proteção instantânea e esperança causadas pelo próprio ato da fé - além disso essas expressões estão culturalmente inseridas em meu repertório e acredito, sim, que não
podemos nos despir totalmente da religiosidade. Mas não costumo dizer “Se deus quiser...”. Acho uma forma fácil de resolução de problemas. Quem tem que querer somos nós, se não der certo, a culpa é somente nossa!
Para mim não é fácil dizer que não acredito no Deus idealizado por seguidores das várias das religiões ocidentais.
Fui criada em um ambiente de muita religiosidade (minha vó era protestante, fanática da Assembléia de Deus) e a bíblia, o véu, a postura severa com relação às coisas ditas “mundanas” fazem parte de minhas lembranças. Minha mãe de crente, depois de uma parada cardíaca, passou a espiritualista (não confunda com espírita) e resolveu explorar cientificamente o outro lado. Ela é muito sensitiva e já aprendi muita coisa com ela (pirâmides, ufologia, viagem astral, etc). Eu já freqüentei muito igreja protestante (batista, metodista, presbiteriana) foram os lugares nos quais mais fiz amigos, acabei por noivar neste ambiente, mas sempre me senti estrangeira. Aliás, esta é uma sensação que me acompanha onde quer que eu vá. Meu marido é originalmente católico, eu originalmente evangélica, ambos não praticantes. Ele por relapso, eu por convicção. Meu filho fez catequese e fez 1ª comunhão (a pedido do pai), estuda em escola adventista e já aprendeu que todas as religiões são boas e que para algumas das “verdades” bíblicas existe explicação científica e para outras não.
Acredito na liberdade de escolha e na existência dicotômica do bem e do mal dentro de cada um. Acho que o maior problema do homem é usar este mal natural para atingir o outro, e em benefício próprio. Mas não acredito mais em diabo, nem em pecado, isto tudo, sabe-se que grande parte dos dogmas cristãos são nada mais que estratégias pra controlar, amedrontar e doutrinar seus cordeirinhos. Apesar dos meus demônios pessoais controlados (acho), sou uma pessoa que gosta muito de se doar, estar com as pessoas humildes, participar de projetos de extensão e voluntariado. Eu me sinto melhor neste papel, do que entre os professores-doutores e seus saltos altos.
Enfim, não acho nada de mais dizer: vai com Deus, fica com Deus, Deus lhe proteja, pois, estas palavras confortam e dão a sensação de proteção instantânea e esperança causadas pelo próprio ato da fé - além disso essas expressões estão culturalmente inseridas em meu repertório e acredito, sim, que não
podemos nos despir totalmente da religiosidade. Mas não costumo dizer “Se deus quiser...”. Acho uma forma fácil de resolução de problemas. Quem tem que querer somos nós, se não der certo, a culpa é somente nossa!
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